OPINIÃO - MILTON FIGUEIRÊDO SAULO GERMANO É NOME CONSOLIDADO E TENTAÇÃO DE DISPUTA DE LUCIANO BRENO NÃO PASSA DE ESPECULAÇÃO DE VIÚVAS INTERESSEIRAS DA POLÍTICA

 


A movimentação em torno da eleição da mesa diretora da Câmara Municipal de Campina Grande tem sido marcada por ruídos pontuais, inflados artificialmente e completamente dissociados da realidade política da Casa de Félix Araújo.

Nos bastidores, é verdade que um grupo restrito insiste em forçar a narrativa de uma possível candidatura do vereador Luciano Breno. Trata-se, no entanto, de uma tentativa isolada, sem capilaridade e, sobretudo, sem respaldo entre os próprios parlamentares. Não há base política, não há articulação consistente e, principalmente, não há ambiente para enfrentamento.

A realidade é mais simples e direta do que tentam fazer parecer: o próprio Luciano Breno já reconhece, de forma reservada, que não reúne condições para entrar na disputa. Mais do que isso, adota uma postura responsável ao evitar qualquer movimento que possa gerar instabilidade interna. Nos bastidores, o apoio à reeleição de Saulo Germano já é admitido, evidenciando maturidade política e leitura correta do cenário.

Enquanto alguns tentam criar factoides, Saulo Germano trabalha com aquilo que realmente decide eleição interna: voto. E é justamente nesse ponto que reside sua força. O atual presidente reúne apoio amplo, consistente e transversal dentro da Câmara, dialogando com diferentes correntes e consolidando uma base que beira o consenso absoluto.

Não se trata apenas de favoritismo. Trata-se de domínio político. Saulo construiu, ao longo do mandato, uma posição sólida, com capacidade de articulação e estabilidade institucional, fatores que hoje o colocam em condição amplamente confortável para a reeleição.

A tentativa de inflar uma disputa inexistente não resiste a uma análise minimamente séria. Não há bloco opositor estruturado, não há dissidência relevante e não há candidatura viável colocada à mesa. O que existe é uma maioria clara e uma tendência praticamente irreversível.

Nos bastidores e nas articulações mais recentes, o cenário já está desenhado: Saulo Germano caminha para a reeleição como nome de consenso, praticamente imbatível, enquanto a suposta candidatura de Luciano Breno não passa de uma construção artificial, sem sustentação política real.

Ignorar esse quadro é desconsiderar o óbvio. E, na política, quem ignora o óbvio costuma ficar para trás.


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Blog do Milton Figueirêdo

Milton Figueirêdo

Jornalista com especialização em telejornalismo.

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