"A PF (Polícia Federal) suspeita de crimes financeiros em fundos ligados ao resort Tayayá, do qual uma empresa da família do ministro Dias Toffoli foi sócia, e pretende avançar nas investigações com análises de quebras de sigilo e identificação de eventuais irregularidades. O integrante do STF não é investigado pela PF, mas há expectativa na corporação de que transações relacionadas a ele e à sua família apareçam entre os dados coletados."
Com informações da Folha de São Paulo